Quando o mar chama

Não era silêncio, era o som abafado da vida pulsante de Salvador. Parecia que eu estava há muitas léguas submarinas da praia, quem sabe até no meio do caminho entre o Brasil e a África. Durante alguns pares de segundos na horizontal, intercalados pela insegurança que me fazia voltar para a vertical, me permiti boiar. … Continue lendo Quando o mar chama

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Quando desatei os nós do Senhor do Bonfim

Eu exibia, orgulhosa, duas fitas no punho esquerdo: uma azul e outra branca (as clássicas). Uma delas representava o desejo de conseguir um bom trabalho; a outra, a tão sonhada casa. Durante algumas poucas semanas, os dois pedidos foram realizados com louvor. E continuei exibindo minha baianidade em forma de fitas. Finalmente eu reconstruiria minha … Continue lendo Quando desatei os nós do Senhor do Bonfim