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O dia em que revi ‘Doctor Tennant’ – e foi no cinema

É muito difícil para mim escrever sobre ‘Doctor Who’. Me atrevo mas nunca acredito que o que escrevi ficou bom o bastante para descrever uma série tão cheia de peculiaridades, detalhes e referências. Mas hoje é dia de superar isso já que em 23 de novembro ‘Doctor Who’ comemorou 50 anos em grande estilo. Fãs de vários países puderam assistir no cinema (em 12D, ops, só 3D por enquanto), simultâneamente com a televisão, um episódio especial lindo de morrer. De viver. De regenerar.

Foram várias salas em diferentes estados do Brasil que tiveram os ingressos esgotados nas primeiras doze horas. Mais salas foram abertas. Mais cidade contempladas. Um segundo dia de exibição foi criado. Até o Google fez sua homenagem com um joguinho na página inicial de buscas durante dois dias inteiros.

E valeu à pena. Fui uma das pessoas privilegiadas que assistiu ‘The Day of the Doctor’ na ‘telona’ e tive a oportunidade de acompanhar os vídeos bacanas feitos com os personagens antes da sessão começar. De início, Strax deu dicas de boa educação na sala de cinema, o que já serviu como aquecimento do universo de criaturas fantásticas – e algumas muito divertidas – do seriado, como o guerreiro que não entende as ‘criaturas inferiores com gêneros diferentes’ do planeta Terra.

Continua no Spoiler…

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Publicado em Pensamentos

Meu oceano particular

Nos últimos anos, quado comecei a morar sozinha e fiz da TV minha grande companheira – e atualmente instrumento de trabalho – fui me afastando cada vez mais da leitura. Assumo isso aqui, publicamente, com muita vergonha. Principalmente porque tenho pretensões literárias e como um dos grandes sonhos da vida terminar e publicar meu livro (e vários outros livros). E como é que alguém pode querer escrever sem ler? Acho absurdo. Se hoje escrevo minimamente bem, devo isso às leituras que fazia desde sempre.

Nunca fui do tipo voraz que lia tudo ao mesmo tempo; muito pelo contrário. Sou uma das pessoas mais distraídas do mundo (e um pouco exagerada também) e o ato de ler sempre foi trabalhoso. Alguns parágrafos, eventualmente, precisavam ser visto e revistos umas cinco vezes para que, enfim, eu conseguisse me concentrar e compreender o que estava sendo dito. Mas, mesmo assim, eu sempre estava com uma leitura em andamento. E isso foi diminuindo, diminuindo…

Até que conheci Rodrigo, leitor compulsivo que sente um prazer imenso em comprar e devorar tudo o que fizer o mínimo de sentido pela reunião de letras em um papel – ou mesmo através da tela do computador, tablet, kindle etc. E comecei a sentir inveja dessa vontade e desse prazer. E culpa pela quantidade de livros que ele me dava e eu enrolava por meses para chegar à conclusão final.

Hoje estou satisfeita porque terminei um livro. Feliz mesmo porque consegui fazer isso em menos de um mês. ‘O Oceano no Fim do Caminho’ é o mais recente lançamento de Neil Gaiman.

Quando morei nos Estados Unidos, Rodrigo me deu de presente um livro desse autor – de quem eu já tinha escutado falar, principalmente por causa de ‘Sandman’ e ‘Coraline’, mas de quem nunca tinha lido nada.

Pois bem, ‘The Graveyard Book’ (‘O Livro do Cemitério’) foi o primeiro que Rodrigo me deu enquanto estávamos na Califórnia para que eu treinasse meu inglês. E foi o primeiro livro que li inteiro – e compreendi – em outra língua. Além da importância didática, eu me apaixonei completamente por Nobody Owens, assim como estou com o coração repleto de amor por Lettie Hempstock.

Eu gosto de Neil Gaiman. Cada vez mais. E fico grata por ele (juntamente com as incansáveis tentativas através de empréstimos e presentes de Rodrigo) resgatar o meu prazer pela leitura. E consequentemente pela escrita. Afinal, acabei de ler e corri para cá.

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Obs: Puxando para o lado audiovisual, Neil Gaiman ainda é responsável por alguns dos melhores roteiros de episódios de uma das minhas séries preferidas ‘Doctor Who’ (porque quem assiste sabe que nunca existirá uma personificação tão fantástica da Tardis quanto a “esposa do doutor”). 

Neil Gaiman, ‘The Doctor’s Wife’ Suranne Jone e Matt Smith ‘The Doctor’
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‘Amy Pond’ ficou careca!

“Enquanto a atriz e it-girl brasileira Marina Ruy Barbosa evita raspar a longa cabeleira ruiva que lhe rende bons contratos comerciais – mesmo que sua personagem em ‘Amor à Vida’ tenha câncer, faça quimioterapia e esteja perdendo os cabelos, uma estrela dos seriados mostrou que tem muito mais dedicação à profissão que escolheu.

Karen Gillan, que virou musa nerd quando encarnou “Amy Pond” na quinta e sexta temporada de Doctor Who, surpreendeu muita gente na aparição que fez na Comic-Con 2013 (convenção internacional de quadrinhos, seriados, cinemas, games e tudo o que há de mais bacana na cultura pop).”

Mais no Spoiler. :)

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Hello, Sweetie

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Hoje foi dia de falar sobre um dos meus amores recentes no Spoiler: Doctor Who.

“Doctor Who foi criado em 1963 pela BBC (emissora de TV pública do Reino Unido) para estimular a curiosidade por ciências e história nas crianças. Seguindo assim, como um seriado “família”, ele ficou no ar até 1989. Após uma tentativa frustada de retomar a história com um longa metragem em 1996, finalmente a produção, comandada por Russel T Davis, tomou fôlego e em 2005 foi iniciada uma nova “leva” de temporadas – sete até o momento.

Não vi as primeiras 26 temporadas portanto não sou uma super nerd que sabe absolutamente todas as nuances e detalhes da trama desde os primórdios. Mas devorei – em um curto espaço de tempo – o que foi produzido no século 21 e posso afirmar com propriedade que é viciante, apaixonante e fica melhor com o passar do tempo”.

Para ler o resto, é só clicar aqui!