IMG_20141223_093229Já começo esse texto dando duas dicas fundamentais para quem pretende aproveitar a Disneyland californiana: corra atrás do Fast Pass, opção que existe na maioria dos brinquedos e te permite reservar com antecedência um lugar na “entrada especial”, onde você praticamente não pega fila. Para fazer isso, por favor, guarde o seu ingresso de entrada; é ele que você usará nas máquinas do Fast Pass para marcar seu acesso.

O único problema é que, após pegar um desses “passes”, é preciso esperar algumas horas para ser liberado a pegar outro. Mas ainda assim, vale muito à pena. Dizem que dei sorte, porque a média de tempo nas filas em que fiquei foi de 50 minutos. Achei um saco mas ouvi dizer que poderia ter sido bem pior.

Em todo caso, apesar das longas esperas, me diverti loucamente e gostaria muito de voltar para conhecer o Adventure Park – é humanamente impossível ir aos dois no mesmo dia, além do que são ingressos separados, então o bolso também não aguenta.

Ah, a segunda dica e mais importante de todas: cuidado para não ser atropelado(a) por carrinhos de bebês. Mães e pais insanos dirigem aquelas coisas que parecem mais tanques de guerra buscando vítimas que abram caminho no meio da multidão e, de quebra, ainda ajudem a diminuir as filas. É quase um controle populacional dentro do parque. Tenho pavor de carrinhos de bebês desde então.

Minha outra grande paixão da viagem foi San Diego. Por aqui na Califórnia sempre ouvi as pessoas dizendo que amam San Francisco (eu também!) e odeiam Los Angeles, mas nunca ninguém me falou sobre San Diego. Que cidade linda. Linda, linda, linda.

E que zoológico legal. Dica de ouro se você for visitá-lo (tem que ir!!!): chegue cedo, nove da manhã que é quando abre, e vá direto ver os pandas. Não sabíamos da concorrência frenética por espaço naquele lugar específico e ficamos andando, tranquilamente, enquanto o zoo estava super vazio, nos divertindo com os outros bichos – muito amor pelos coalas.

E aí, na hora dos pandas, enfrentamos uma longa fila e muita pressão para andar rápido: resultado, mal deu para tirar fotos e aproveitar o momento de estar pertinho de seres tão fofos que comem bambu como se estivessem palitando os dentes.

Depois recomendo muito um passeio pelo Balboa Park, que é onde o zoo está localizado. É incrível, com construções fantásticas, praças, fontes, museus… é um lugar daqueles que para onde você olha tem algum detalhe bonito, sabe?

O que eu não recomendo é alugar bicicletas duplas ou triciclos para fazer o reconhecimento do local. Não vale a pena. Tudo é muito cheio, você mal consegue sair do lugar e a preocupação de atropelar alguém (ao contrário das mães e pais psicopatas já citados) faz com que o passeio seja tenso. Vá por mim, caminhe porque tudo é bem pertinho, agradável e surpreendente; a cada portinha que você ultrapassa, em cada jardim onde você entra, em cada esquina que você vira tem algo bacana para ser visto.

E além do parque e do zoo, Coronado Island é um caso à parte. A pequena ilha é ligada à cidade por uma ponte e tem a cara da riqueza. Pelo visto, é a moradia dos ricos de San Diego. Casas lindas, praias lindas, pôr-do-sol lindo e um mega resort deslumbrante que é atração turística do local. Tanto a vista da ilha para a cidade, quanto a vista da cidade da ilha são incríveis. Quase me senti no Porto da Barra olhando para Itaparica (ê saudade da Bahia).

Ah, San Diego, eu realmente gostei de você.

E no próximo post: Vegas, baby!

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