Para ele

Logo que o conheci, escrevi um texto que considero um dos melhores que já fiz e tenho medo de não conseguir repetir tal proeza.

Ele odeia aniversários e por isso exercitei meu auto-controle: sem manifestações públicas de romances melosos, grudentos e açucarados no dia certo. Eu sou assim, ele não.

Eu sou de muitos outros jeitos que ele não é, e de tantos outros que se encaixam tão perfeitamente com ele que não conseguimos nos largar até hoje – apesar de algumas tentativas frustadas.

Eu amo tudo muito. E me irrito profundamente com outras tantas coisas. E sei que o mesmo acontece do outro lado. Mas é isso que traz a verdade, pura e simples – mentira, às vezes é bem complicada – mas ainda assim, uma verdade, de um relacionamento de verdade. Do jeito que tem que ser.

Eu te amo.

E por favor, não fique com raiva de mim por escrever isso aqui, assim, publicamente. Mas ainda não consegui superar o 10 de abril.

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Websérie torna ‘A Mulher do Prefeito’ mais atraente

Na novela ‘Cheias de Charme’ a Globo finalmente decidiu investir pesadamente na união entre a TV e a internet. Antes disso, em algumas tramas, personagens de novelas já tinham seus blogs ou surgiam pequenas incursões na tão pouco usada ‘interação virtual’ na dramaturgia.

Pois foi com o clipe das Empreguetes, lançado do site na emissora, que ficou óbvio o quão bacana pode ser para o público que tem acesso aos computadores ter esses pequenos “presentes” das tramas que eles acompanham e gostam.

Agora chegou a vez de mais um bom recurso: a websérie. Em ‘A Mulher do Prefeito’, seriado que estreou recentemente (em 04 de outubro), o personagem de Tony Ramos está cumprindo prisão domiciliar. E aí, para passar o tempo e tentar “limpar sua barra”, Reinaldo Rangel, agora ex-prefeito, tenta gravar em vídeo uma autobiografia.

Mais no Spoiler.

Desabafos de uma mente descontroladamente salgada

Quero emagrecer para comer todos os ‘brunches’ do mundo.

Há alguns anos ando brigando com a balança – o que é uma novidade recente na minha vida porque, até os 20 e poucos, isso nunca foi uma preocupação. Mas ok, engordei por várias motivos – ansiedade é um deles -, a idade chegou – depois dos 30 é ladeira abaixo – e foi ficando cada vez mais difícil acreditar que minha genética poderia me ajudar em algo nesse sentido. Na verdade não ajuda em nada. Ainda por cima sou flácida. Mas vou parar de reclamar porque recentemente escutei de diferentes pessoas que faço muito isso e essa é uma questão para outro post.

O caso é que preciso emagrecer. Preciso perder 10 kg. Cinco me deixariam bem feliz. Mas 10 é o objetivo master final da vida para, enfim, poder comer meus brunches em paz. Sim, eu tenho uma paixão louca e desenfreada pelos cafés da manhã que são praticamente almoços das padarias de São Paulo. AMO.

Mas infelizmente eu preciso fechar a boca. Preciso fechar a boca e encontrar outra forma de dar vazão para a tal ansiedade. Pensei em comprar lápis de cera e começar a desenhar, mesmo com a capacidade motora de uma criança de 5 anos que tenho. Mas, se ajudar a relaxar, porque não?

Escrever poderia ser uma boa.. mas me cobro demais com a escrita e não consigo relaxar tanto assim apesar do prazer que sinto com um texto pronto – do tipo que me agrada, claro. Ler eu não consigo, só com muito esforço porque sou distraída. Para costurar preciso de aulas… é… não tá fácil.

Mas vou emagrecer. Preciso emagrecer. Por estética e por saúde. A gastrite e esofagite descobertas recentemente podem me ajudar nessa missão. Não sozinhas porque, apesar das restrições alimentares, só emagreço com exercícios físicos. E com a preguiça inerente ao meu ser, bom, essa também não é uma tarefa fácil.

Queria perder vários quilos para chegar linda em magra e Salvador. Não vai dar tempo. Estendi o objetivo para o réveillon, que pretendo passar na praia e ficar alguns dias de biquíni, coberta de sal, pensando pouco na vida ‘real’. Mas ainda não sei para onde vou, o que aumenta a tal ansiedade.

Pois a partir de hoje fecho minha boca. Não comerei nada que seja muito gostoso e engordativo. Só saudável, light e zero ácido. E tentarei, pelo menos 3 vezes por semana, ficar uns 50 minutos na esteira. Por agora, é o que temos de atividade física.

Sim, farei isso. Espero fazer. E estou escrevendo isso aqui para sentir o peso da obrigação pública. Portanto, caro leitor, se você me encontrar por aí, abocanhando um brigadeiro, um hambúrguer ou uma pizza portuguesa, pode arrancar da minha mão, mesmo que eu resista. Me sinto pesada, então não serei uma boa adversária de luta.

Boa sorte para mim. E que esse quilos me deixem. Não gosto deles.

Ah, e antes que alguém pense no discurso da ditadura da magreza: não, não quero ficar como as modelos anoréxicas, não prego que todo mundo tem que ser esquelético para ser bonito. Isso é algo extremamente particular de alguém que sempre teve uma média de peso, está acima dele e não se sente bem assim. Tenho mais de 30 e quero me sentir bem e saudável. Nesse momento eu só me sinto pesada, cansada e odeio ficar assada entre as coxas toda vez que coloco um vestido e caminho um pouco mais pelas ruas. Acho que são bons motivos para perder peso.

Quando Michael Douglas deixou de ser machão

Michael Douglas e Matt Damon em ‘Behind the Candelabra’

Não tem jeito: o que mais atrai a curiosidade sobre ‘Behind The Candelabra’ (‘Por Detrás do Candelabro’ em português) nem é a história do romance entre Liberace e Scott Thorson. O mais interessante é ver Michael Douglas interpretando o personagem. Afinal, Douglas é o ‘José Mayer mundial’: aquele ator que sempre interpreta o ‘macho alfa’, o ‘pegador’, o ‘homem de negócios implacável’, o ‘tira durão’, o ‘irresistível’. Fora que o fato de ser ninfomaníaco na vida real só aumenta esse seu status de super-galã.

E aí vem a notícia de que é ele quem fará o pianista super afetado coberto de ouros, perucas e brilhos. Sim, Liberace era gay mas fazia de tudo para esconder isso. E essa é uma das partes importantes do filme que ganhou 11 prêmios Emmy.

A história, baseada em um livro escrito por Scott, foi dirigida por Steven Soderbergh (de ‘Sexo, Mentiras e Videotape’, ‘Traffic’, ‘Erin Brockovich’, ‘Onze Homens e um Segredo’, ‘Che’ etc) e pensada inicialmente para os cinemas mas, sem conseguir financiamento, foi produzida pelo canal de TV HBO.

Mais no Yahoo.

Os mais ricos da TV nos EUA

A Forbes – respeitada revista americana de negócios e economia que sempre lança suas listas dos ricos e bem sucedidos – divulgou quem são os 10 atores mais bem pagos da TV nos Estados Unidos em 2013.

Garantindo invencibilidade desde o ano passado e encabeçando a fila de milionários está Ashton Kutcher, que começou a carreira na série ‘That ’70s Show’, investiu nos caminhos cinematográficos e retornou para a TV substituindo o surtado Charlie Sheen em ‘Two and a Half Men’. No último ano o ator embolsou a bagatela de 24 milhões de dólares.

Veja quais foram os outros atores que também juntaram uma ‘pequena fortuna’ em 12 meses clicando aqui.