E para compensar todo o veneno que destilei sobre a péssima atuação de Maria Fernanda Cândido no primeiro episódio de Sessão de Terapia, fiquei muito satisfeita com o personagem do segundo dia, a terça-feira.

Breno, vivido por Sérgio Guizé, que não me recordo de ter visto em outro lugar na TV, é uma daquelas figuras que você pensa: “esse sim precisa de análise”. Prepotente, egocêntrico, com problemas para controlar a raiva e claramente reprimido, ele é um atirador de elite que passou por um trauma recente mas se vende como alguém que não tem nenhuma gota de culpa em seu ser.  Breno chegou cheio de histórias e detalhes curiosos que foram apresentados durante a meia hora de programa e sessão.

Bacana também foi ver a maior participação de Theo (Zécarlos Machado – sim, essa é a grafia correta) já que, ao contrário da paciente anterior, precisou interagir mais para conhecer quem estava em seu consultório pela primeira vez. E a “queda de braço” entre os atores foi extremamente interessante de acompanhar.

Infelizmente acredito que não conseguirei assistir a todos os episódios dessa semana para escrever aqui mas, apesar da primeira impressão ruim pela atriz limitada, consegui ver um grande potencial na série, inclusive pelo resto do elenco que conta com Maria Luisa Mendonça, André Frateschi e Mariana Lima.

Fiquei até com vontade de voltar para a terapia. Mas não procuraria Theo. Ele é muito caro.

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