Que falta que a poltrona faz…

Atualmente ela é conhecida como uma das principais barraqueiras do twitter. Eu acho até que ela é divertida com sua falta de noção e excessos vez ou outra – e até me assusto com meus critérios recentes de achar celebridades ou mesmo as “subs” divertidas. Mas voltando ao que interessa, fato é que mesmo sem largar as redes sociais de 140 caracteres por muitas horas, Luana Piovani voltou para apresentar o Superbonita após a licença maternidade.

E digo com a boca cheia: AINDA BEM! Eu gosto do programa. É feito para “mulherzinhas” e eu adoro – mesmo que não faça muita coisa – saber dicas de maquiagens, cabelo e o que as outras fazem por aí. Por isso acho que nunca existiu um formato melhor do que o dos primórdios do programa que era apenas composto pelo “momento poltrona”, onde famosas e desconhecidas do grande público falavam sobre seus truques de beleza. Depois disso, resolveram jogar uma atriz – Thaís Araújo – para fazer matérias e aparecer demais mostrando tratamentos inacessíveis para a maioria.

Atualmente continuo não achando grande coisa como o programa é montado, apesar das rápidas passagens de diferentes depoimentos em um confortável móvel cor de rosa. Mas Fernando Torquatto com sua inexpressividade diante das câmeras e suas maquiagens que, além de pouco didáticas sempre parecem iguais, não acrescentam em nada para quem realmente quer aprender a ficar mais bonita.

Portanto, o legal mesmo é acompanhar Piovani entrevistando. E nisso ela é boa com seu jeito meio debochado meio “traveco” de tratar a mulherada. A certeza da afirmação surgiu quando acompanhei alguns programas com as substitutas da modelo/atriz/apresentadora que ficaram em seu lugar enquanto ela amamentava Dom.  Sandy, Claudia Leitte e Preta Gil me fizeram sentir saudades da moça.

Preta era a mais carísmatica das três mas não conseguia conduzir uma conversa que revelasse realmente algo interessante da atriz sentada à sua frente. A entrevista com Carolina Dieckman foi um exemplo disso. No fim das contas nada se falou, foi apenas blablablá de comadres de como uma delas era sortuda pelo cabelo gostar de água oxigenada. De Claudia Leitte e Sandy eu só posso dizer que foi uma forçação de barra sem fim durante a condução das entrevistas para que saísse dali uma naturalidade que nem de longe era natural. E só.

No primeiro programa da nova temporada exibido ontem (3) o tema não poderia ser outro: “mães de primeira viagem”, com referências e até fotos do rebento da apresentadora que voltara aos trabalho mostradas ao companheiro de cena e seguido por diálogos canastrões. A entrevistada foi Juliana Knust, atriz e mãe que, como algumas mulheres normais, engordou 20kg durante a gestação e levou quase um ano para conseguir perder o excesso. Em outro momento, uma jornalista e também mãe (claro!), caiu nas mãos de Torquatto e não passou por nenhuma mudança muito significativa, aliás, como de costume.

Não tem jeito, apesar de Piovani ser uma apresentadora carismática, eu sinto mesmo é falta de 30 minutos do “momento poltrona”.

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3 comentários sobre “Que falta que a poltrona faz…

    1. total.. acho uma boa apresentadora e engraçada quando detona “as colegas” e seus vestidos em festas por exemplo. mas realmente ela ultrapassa os limites e cai no trash-tosco-desagradável em vários momentos. mesmo assim, ainda acho uma figura estranhamente interessante.

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